Daniel Lima, Advogado

Daniel Lima

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Daniel Lima, Advogado
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Comentário · há 12 anos
Sou negro, não aprovo a cota para negros em concurso. Mas tenho que discordar desse artigo, eu como negro não tenho necessariamente que levar o mesmo tempo de estudo que uma pessoa branca para que eu possa passar em um concurso, vice -versa. quando o autor diz que com a aprovação das cotas em concursos federais o negro seria aprovado com sete meses a menos de estudo em relação ao branco, deixa margem a um questionamento, O conteúdo para o mesmo concurso para a mesma vaga será menor para o negro e maior para o branco, é isso? certamente não. Uma pessoa branca após três anos pode muito bem ser aprovada para a magistratura federal ao passo que um negro pode levar três anos e meio, quatro anos ou três anos também, isso é relativo. O que deve ser levado em conta é a rotina de estudo e comprometimento de cada um (do negro e do brando) eu, com ou sem cota posso passar (vou passar para Magistratura Federal com três anos após concluir o meu curso). no concurso para Magistratura Federal com três anos após concluir o meu curso e isso só depende do meu comprometimento não será uma cota de 20% que diminuirá a minha obrigação de estudar e conhecer "todo o conteúdo do edital" assim como não será essa mesma cota que irá aumentar o tempo de estudo para o branco. Sou a favor das cota para o ingresso na universidade, muito embora não faça uso desta. Só que a partir do instante em que o negro e o branco entram na faculdade e lá ingressam no mundo científico do zero, não seria aceitável que ambos ao saírem tenha o negro privilégios como o da cota em concurso, porque se isso for aceitável o que antes era uma divida da sociedade e do estado para com o negro passa-se a dizer que o negro é marginal (inferior) também intelectualmente, o que de fato não é. Cor de pelé não influencia no processo de aprendizagem. É esse o meu entendimento. nada contra quem pensar o contrario.
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Daniel Lima, Advogado
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Comentário · há 12 anos
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